quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

SPHM,4º DIA

EMEF HILDEMAR MAIA,ESCOLA INCLUSIVA
SEMANA PEDAGÓGICA 2014
HISTORY BOARD - 4º DIA







quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

SPHM,3º DIA

EMEF HILDEMAR MAIA,ESCOLA INCLUSIVA
SEMANA PEDAGÓGICA 2014
HISTORY BOARD - 3º DIA















terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

SPHM,2º DIA

EMEF HILDEMAR MAIA,ESCOLA INCLUSIVA
SEMANA PEDAGÓGICA 2014
HISTORY BOARD - 2º DIA










segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

SPHM,1º DIA

EMEF HILDEMAR MAIA,ESCOLA INCLUSIVA
SEMANA PEDAGÓGICA  2014
HISTORY BOARD - 1º DIA






segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

MACAPÁ,256 ANOS DE HISTÓRIA



 Igreja de São José com Coreto.
Foto de 1935
Acervo Edgar Rodrigues



Fundação da Cidade de Macapá
Assegurado aos portugueses o domínio sobre as terras situadas entre os rios Amazonas e Oiapoque, os mesmos voltaram a se estabelecer na região, em 1738, posicionando em Macapá um destacamento militar.
O Governador Francisco Xavier de Mendonça Furtado, ficou incumbido de implementar o povoamento da região Amazônica. Assumiu o governo do Estado do Maranhão e Grão-Pará, em 24 de setembro de 1751, e já em dezembro organizava uma expedição a Macapá, sob o comando do sargendo-mor João Batista do Livramento, constituída de soldados, e, principalmente, de colonos da Ilha dos Açôres. Foram recepcionados pelo comandante da guarnição, Manoel Pereira de Abreu e Padre Miguel Angelo de Morais que estavam em conflito, porque o militar negava-se em atender os pedidos e solicitações dos sacerdotes, inclusive de alimentação.
O povoado rapidamente progredia, mas a insalubridade do local tornava-se um grave problema a ser enfrentado pelos colonos. Em 1752, uma epidemia de cólera grassou em Macapá. A notícia chegou a Belém, e em 7 de março desse mesmo ano, inesperadamente Mendonça Furtado aportou na povoação, trazendo o único remédio que havia na Capitania e medicamentos, conseguindo controlar a moléstia. Mendonça Furtado, no início de fevereiro de 1758, novamente aportou em Macapá com numerosa comitiva. Estava em missão de marcação de fronteiras da Colônia com as terras pertencentes à Espanha, na região Amazônica, definida pelo Tratado de Madri, assinado em 1750. Veio para elevar o povoado à categoria de vila. No dia 2 de fevereiro, começou com as providências criando a Câmara Municipal e empossando os vereadores Domingos Pereira Cardoso, Feliciano de Souza Betancort, Francisco Espíntoda de Betancort, Antônio da Cunha Davel, Thomé Francisco de Bentacort e Simão Caetano Leivo.
No transcurso de uma solenidade, no dia 4 de fevereiro, Mendonça Furtado mudou a categoria administrativa do povoado de Macapá, elevando-o à condição de vila com a denominação de Vila de São José de Macapá. 

Fonte: www.ap.gov.br

DATAS HISTÓRICAS DE FEVEREIRO















HISTÓRIA DO AMAPÁ
DIA 02- Há 62 anos era fundada em Macapá a APA (Associação dos Professores do Amapá),embrião do SINSEPEAP.(1952)
DIA 04- 25 anos de fundação do Centro de Valorização da Vida Bezerra de Menezes (Vivabem), sociedade espírita assistencial-filantrópica.(1989)
              2004,Lançamento do Plano Diretor de Macapá, que foi instituido em 20 de janeiro, através da Lei Complementar nº 26/2004 PMM. O plano foi elaborado por técnicos da Prefeitura de Macapá e do IBAM (Instituto Brasileiro de Administração Municipal) e aprovado por unanimidade na Camara de Vereadores.
DIA 05- Falece em Belém, de câncer de mama, a educadora Graziela Reis de Souza, que atuava na educação do Amapá desde sua criação.(1980)
DIA 06- O deputado federal Lister Caldas apresenta à mesa da Câmara um projeto de lei que modifica o nome Amapá para Coaracy Nunes ao então Território Federal do Amapá. O parlamentar justifica, lembrando dos serviços que Coaracy prestou, em vida, à Amazônia e ao Brasil, como representante da população amapaense na Câmara Federal.(1958)
DIA 07- Uma peste dizima quase que totalmente Mazagão. Sobrando apenas 150 pessoas na cidade. O prédio da igreja católica serve de enfermaria.(1842)
            O Dr. Marcelo Candia inaugura o Hospital Escola São Camilo e São Luis. (1969)
DIA 14- O desembargador Paschoal Abranches de Madeira Fernandes instala na vila de São José de Macapá o Poder Legislativo, composto de três cidadãos escolhidos entre a nobreza local,constituída de proprietários agrários, nomeando-os vereadores.(1758)
DIA 15- O padre Júlio Maria Lombardi funda, em Macapá, o primeiro cinema da cidade: Cine Olímpia. (1918)
DIA 17- O decreto nº 08 (1944) cria a Guarda Territorial do Amapá, em obediência do Decreto-Lei nº 5.839, de 21 de setembro de 1943.
DIA 20- A Lei Estadual nº 0811, é criada a Escola de Administração Publica do Amapá – EAP(2004). A lei foi regulamentada pelo decreto nº 0998, de 1º de fevereiro de 2005. Existia, antes, como Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Recursos Humanos (Ceforh), desde 23 de dezembro de 1996, para coordenar e executar a política de formação e desenvolvimento dos servidores do Estado.
DIA 22- Pedro da Silva Tavares, mestre em Artes Marciais, funda em Macapá a primeira academia de Kung-Fu, denominada de Academia Sérgio Baubil.(1984)

Fonte:edgar-rodrigues.blogspot.com

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

56 ANOS DA TRAGÉDIA DO MACACOARI







 Coaracy Nunes
 Hildemar Maia
 Hamilton Silva
 e os destroços do avião. 






  



A TRAGÉDIA:Para não utilizar avião do governo, coisa que certamente renderia críticas por parte da oposição, o Deputado Federal Coaracy Monteiro Nunes e seu suplente o Advogado e Promotor Hildemar Pimentel Maia decidiram fretar o avião “Paulistinha”, que pertencia aos senhores Eugênio Gonçalves Machado, Carlos Andrade Pontes e Hamilton Henrique da Silva.sendo este último o piloto da aeronave. O “Paulistinha” era um avião pequeno e leve. Dentre os dez vendidos para a Amazônia, oito já haviam sofrido graves acidentes. Era um aparelho apropriado para treinamento e viagens de curta distância. Hamilton Henrique da Silva era um piloto experiente, que tirou o brevê pelo Aéro Clube de Macapá, uma entidade idealizada pelo Dr. Hildemar Pimentel Maia. A relutância de Hamilton Silva em fazer a viagem foi imediata, visto que a região a que se destinavam, é sujeita a neblina e ventos fortes de inverno ao amanhecer. O Sr. Cláudio Lima, funcionário do SERTTA – Navegação, ponderou que a viagem fosse realizada por via fluvial a bordo do Iate Itaguary, que levaria a rebote uma voadeira e um motor de pôpa de 33 HP. O Iate ficaria na foz do rio Macacoari e o deslocamento até o local da festa seria coberto na “voadeira”. Coaracy Nunes ficou indeciso e consultou o Dr. Maia, que se manifestou contra a ideia. Estes acertos aconteceram na sede do Partido Social Democrático, um velho casarão edificado na esquina das avenidas Cândido Mendes e Presidente Vargas. A residência do Hamilton Silva era um pouco mais à frente, na mesma avenida, diante da casa Leão do Norte, que pertencia a família Zagury. Na sede do PSD corria a notícia de que Hamilton Silva sairia para o Macacoari na tarde do dia 20 de janeiro, levando encomenda para a fazenda do pecuarista Eugênio Machado, seu sócio no avião. A pedido do Dr. Maia foram chamar o piloto Hamilton. Depois de uma breve conversa, ficou acertado que o aparelho decolaria às 16h00min. No horário aprazado, o “Paulistinha”, prefixo CAP-9, deixou o campo de pouso da Cruzeiro do Sul rumo ao Macacoari. A bordo iam o piloto Hamilton Silva, o Sr. Eulálio Soares Nery, o dr. Coaracy e o Dr. Maia. Fora umas passageiras turbulências a viagem transcorreu sem problemas. À noite, após a ladainha, haveria festa dançante homenageando os ilustres visitantes, o que de fato aconteceu. Na manhã do dia 21 de janeiro deu-se a tragédia... Três vidas preciosas foram tragadas pelas chamas. O Amapá viveu momentos de profunda tristeza e desespero. Coaracy Monteiro Nunes foi o primeiro deputado federal, pelo Amapá e era irmão de Janary Gentil Nunes, primeiro governador do Amapá,a Câmara Federal perdia um dos seus mais brilhantes parlamentares, o Dr. Coaracy Nunes, nacionalmente conhecido como o “Deputado da Amazônia”. Coaracy Nunes era casado com a senhora Carmem Rocha Nunes. Deixou como órfãos: Coaracy Nunes Filho (19 anos em 1958); Carmemcy (18 anos), casada com o Sr. Fernando Figueiredo; Cláudio (17 anos); Joaquim Ascendino Neto (16 anos); Yara (11 anos); Moema (8 anos) e Maria das Graças (2 anos). Coaracy era irmão do Coronel Janary Gentil Nunes, primeiro governador do Amapá, que à época da morte do ilustre parlamentar era o Presidente da Petrobrás. Além dele havia mais cinco irmãos: Pauxy Gentil Nunes, Secretário Geral do Governo do Amapá; Ubiracy Gentil Nunes, funcionário do Instituto dos Comerciários no Rio de Janeiro; Dr. Amaury Gentil Nunes, Chefe de Gabinete da Presidência da Petrobrás, Yacy Suarez e Miracy Gentil Nunes Raposo, casadas e residentes no Rio de Janeiro. Em 1957, entre os meses de fevereiro a dezembro, cursou a Escola Superior de Guerra. Para isso licenciou-se da Câmara Federal, sendo substituído pelo suplente Hildemar Pimentel Maia.
               Depois de ser resgatado da fuselagem do avião, o corpo do Dr. Coaracy Nunes, reduzido a um pedaço de carne carbonizada com 60 centímetros, foi colocado em uma urna mortuária hermeticamente fechada. Na manhã do dia 22 de janeiro de 1958, duas urnas foram embarcadas no avião da Cruzeiro do Sul que se destinava ao Rio de Janeiro, com escala em Belém. Até a cidade de Belém, os amigos Maia e Coaracy permaneceram juntos. Na capital do Pará a urna com os despojos do Dr. Maia foi desembarcada. A urna do dr. Coaracy seguiu viagem e apenas à uma hora da madrugada do dia 23.01.1958 o avião da Cruzeiro do Sul pousou no Aeroporto Santos Dumont. A urna do dr. Coaracy Nunes seguiu para o Palácio Tiradentes, sendo velada até às 10 horas do dia 24. Falaram diversos oradores, entre eles o Ministro da Fazenda José Maria Alkmim. No Cemitério São João Batista, deputados e senadores se despediram do amigo. Os restos mortais do Dr. Coaracy foram inumados no túmulo n.º 3753 - A, Quadra 3. O Deputado Federal Lister Caldas, apresentou à Mesa da Câmara Federal, um projeto de lei que modificaria o nome do Território do Amapá, para Coaracy Nunes. Razões históricas impediram a aprovação do referido projeto. Várias homenagens foram prestadas ao Dr. Coaracy Nunes. Em Belém, foi inaugurada uma praça, na cidade velha, a 21 de janeiro de 1959. Na mesma data, um busto foi inaugurado em frente ao abrigo de passageiros do aeroporto internacional de Macapá. Dia 7 de fevereiro de 1958, através de decreto, o Governador Amilcar Pereira da Silva criou o Grupo Escolar Coaracy Nunes, hoje Escola de 1º grau. A Prefeitura Municipal de Macapá trocou o nome da Avenida Ayres de Souza Chichorro para Coaracy Nunes. Em 1975, quando a Hidrelétrica do Paredão foi inaugurada, a Eletronorte a batizou de usina hidroelétrica Coaracy Nunes. O Dr. Maia tambem recebeu diversas homenagens e honrarias,em Santana a vila da Mineradora ICOMI passou a chamar-se Vila Maia e em macapá a rua do aeroporto tambem recebeu seu nome em referencia ao desastre aereo que lhe ceifou a vida e em 02 de Março de 1962 a Prefeitura de Macapá denominou oficialmente a Escola do Elesbão de Grupo Escolar Hildemar Maia. O piloto Hamilton Silva foi homenageado dando nome a uma das avenidas mais importantes de nossa capital.

Fonte: Edgar Rodrigues. 
Texto pesquisado por Roberto Mesquita.
Extraído do endereço:porta-retrato-ap.blogspot.com
Foto:Hamilton Façanha

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

FESTA DE ENCERRAMENTO do 1º TURNO

FESTA DE ENCERRAMENTO DO 1º TURNO
TURMA DO 1º SEGMENTO

Os alunos que mais se destacaram
receberam uma premiação simbólica.

A turminha da professora Luciane emocionou a todos
apresentando um coral natalino.

Professora Alabibe,uma das responsáveis pela organização 
e pelo sucesso da festa de encerramento do 1º ano.

O salão da EMEF HM foi decorado especialmente para acolher
os pais e convidados.

Os alunos do turno da manhã revezaram-se no palco brindando os presentes
com canções natalinas

e a encenação do nascimento do menino Jesus

número ensaiado e apresentado pelos próprios alunos.

A programação de encerramento do turno da manhã teve ainda
uma apresentação especial de violão e voz.

A encenação do nascimento do Menino Jesus foi protagonizada
pelos alunos do Programa Mais Educação.

A EMEF HM mantendo a tradição de seu trabalho social
fez a entrega de cestas básicas para alunos carentes.

A premiação simbólica é uma maneira de reconhecer e incentir
a dedicação do aluno do decorrer do ano letivo.

A escola convidou e os pais dos alunos fizeram-se presentes,a festa foi linda!


Momento de confraternizar!

Professores Ester,Alexandre e Marlúcia. 
Educadores por excelência.

Professoras Ester,Alini e Marlúcia.